sexta-feira, 7 de novembro de 2008

:: Apatia ou desilusão?

Caras-pintadas: mesmo que influenciados pela mídia de massa da época, lutaram com paixão pelo que acreditavam

O jovem de hoje é bem diferente do de algumas décadas atrás. Estes manifestavam e protestavam a favor de seus direitos, participavam de movimentos estudantis, resistindo ao regime militar. Talvez os protestos de 1968 tenham injetado uma dose de ânimo nos jovens por possuírem um caráter global. Havia protestos também nos Estados Unidos e na França, mas o Brasil teve um rumo mais político que os dois países. Depois, organizaram as Diretas Já, um grande movimento que uniu o povo num único objetivo, que era o direito de votar e escolher seus governantes. Nesse movimento, conseguiram eleger o Presidente da República em 1989, depois de anos de repressão. Os jovens também foram efetivamente importantes no movimento dos Caras Pintadas, que culminou com a renúncia do presidente Fernando Collor de Mello.

Com tanta luta para readquirir o direito de votar, o jovem de hoje, que possui esse direito, na maioria das vezes não faz questão de exercê-lo. A pesquisa feita por Humberto Dantas, conselheiro da ONG suprapartidária Movimento do Voto Consciente, mostra que 80% dos jovens não se interessam em tirar o título de eleitor mesmo com o direito legal.

O cientista político Marcel Galvani Machado, formado pela Universidade de São Paulo (USP), acredita que o sentimento do jovem é cada vez mais de desconfiança, principalmente por conta da divulgação pela mídia de diversos casos de corrupção nos governos atuais. Inclusive, esse sentimento de esvaziamento dos partidos aumentou após a posse de Lula e do PT. Esses fatos desestimulam o jovem a se integrar na política e se interessar por ela. Os jovens que estão engajados são exceções. “A política ou está diretamente relacionada à profissão exercida por eles ou eles estão mais treinados para a criticidade, entendendo que este assunto influencia diretamente na sua vida.”

O aposentado Claudionor Farias Filho participou do movimento sindical em 1977 e sofreu repressão em protestos para melhoria de salários e da condição do trabalhador, além de criticar a política governamental. Ele acredita que o principal mediador de mudança no país é o jovem. “Quem tem que mudar o sistema é o jovem mas ele não se manifesta. Ele está acomodado. Reclama do sistema mas não faz nada para mudá-lo”. Apesar de ter uma preferência partidária, Claudionor diz que a corrupção sempre existiu mas que nunca foi tão difundida como agora, e que pessoas honestas e corruptas existem em todos os lugares e partidos.

Muitos fatores podem explicar a acomodação dos jovens. A situação política desanimadora, a falta de vontade, a falta de veracidade dos discursos, a preocupação com o futuro e a falta de apoio ou de líderes. E com a sociedade de consumo não há mais propósitos coletivos. A cultura do individualismo e a busca desenfreada pelo poder pessoal estão impregnadas na população. Tudo isso ajuda a inibir o caráter revolucionário e o anseio de quebrar paradigmas que só a juventude - idealista e apaixonada por natureza - tem.


Por Aline

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

:: Perigo diário

Aumentando a cada dia, a poluição atmosférica paulistana mata até 3 milhões por ano


Irritações nos olhos, narizes e gargantas secas, cansaço e dores de cabeça. Estes são alguns dos males dos quais padecem, diariamente, os paulistanos, principalmente nos dias que registram altos índices de poluição. Os automóveis, juntamente com as indústrias, são os principais poluidores do ar nas grandes cidades.

Com o crescimento da frota de veículos em circulação, o nível de poluição atmosférica nas cidades tem aumentado. Segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), as vendas estão 32,76% mais elevadas.

Há um aumento no lucro da indústria automobilística, mas para a saúde só sobram prejuízos. Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), 3 milhões de pessoas morrem anualmente devido aos efeitos nocivos causados à saúde pela poluição veicular. Esses efeitos são, principalmente, respiratórios. Luciana Porto, operadora de telemarketing, sofre constantemente, pois possui rinite. “Noto nitidamente quando o ar está mais poluído” diz ela. “Não consigo respirar direito”.

Segundo Hélio Neves, assessor especial do gabinete do secretário de Verde e Meio Ambiente de São Paulo, a prefeitura e o governo do Estado estão tentando diminuir a circulação de veículos com a ampliação da rede de metrô e com o aumento de corredores de ônibus, fazendo com que haja menos emissão de poluentes. Mas como esses projetos são de longo prazo, o governo toma outras medidas a partir de maio. “O que se pode fazer por enquanto é a inspeção veicular com caminhões e ônibus, que deve diminuir 30 % da poluição do ar na cidade.”, afirma Hélio. “Este projeto se estenderá a toda a frota de veículos de São Paulo a partir do ano que vem”.

Foi inaugurado este ano, dia 30 de abril, o primeiro Centro de Inspeção Ambiental Veicular no Jaguaré. No total, serão instalados na cidade de São Paulo, pela Prefeitura, 35 postos de verificação. No Programa, a Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) terá o papel de órgão fiscalizador.

Além dos automóveis, outro vilão para a saúde dos paulistanos é o setor industrial. No total, a indústria de São Paulo lança no ar 29 milhões de toneladas de CO2 por ano, segundo dados do governo do Estado.

Petra Sanchez Sanchez, professora titular do Programa de Pós-Graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie, trabalhou na Cetesb por mais de 26 anos. Ela diz que a situação da cidade em relação à poluição está cada vez mais caótica, mas que devemos ser otimistas e agir individualmente para o bem estar geral. “Uma solução no caso dos transportes é diminuir o uso de derivados do petróleo e aumentar o uso dos combustíveis alternativos, além do maior uso de transporte público e construção de vias rápidas. Já no caso das indústrias, a solução é a captação de poluentes com filtros. Especificamente no caso das indústrias de papel, estas devem comprometer-se com o reflorestamento”, explicou. “A arborização da cidade também ajudará na diminuição de poluentes”.


Por Aline e *May*.

Foto: O Globo Online

terça-feira, 14 de outubro de 2008

:: Salvando vidas

Apoiado pela namorada, Felipe Monteiro venceu o medo e resolveu doar sangue


Em um tempo no qual surgem tantos avanços tecnológicos, principalmente na área da saúde, chega a ser quase inacreditável que pequenos atos ainda salvem muitas vidas. A doação de sangue é um deles. Apesar de todos os avanços, ainda não foi descoberta nenhuma substância que possa substituir o sangue humano. Portanto, quem necessita de uma transfusão tem que contar com a boa vontade alheia.

Mesmo com toda solidariedade existente, muitas pessoas ainda não foram conscientizadas sobre a importância da doação. Alguns doam porque foram incentivados pela empresa para a qual trabalham, outros porque algum conhecido está precisando de ajuda, mas a grande maioria destes cidadãos que praticaram tal ato uma vez não torna a fazê-lo. Simplesmente sentem que seu dever já foi cumprido.

Somente no Brasil, a cada dois segundos, algum paciente necessita de transfusão de sangue. Ou seja, é preciso que muitos doadores mais se voluntariem e despertem o interesse pela doação em outras pessoas. Uma expressiva contribuição seriam os jovens, mas muitos ainda são mal informados quanto à doação, principalmente porque seus pais também o são.

Felipe Monteiro tem dezenove anos e doou sangue pela primeira vez aos dezoito, incentivado pela namorada. “Eu não doaria sangue, pois tenho pavor de agulhas, mas ela me incentivou bastante e disse que era um ato legal”, conta. Apesar de ser legal, Felipe nunca mais retornou a um posto de doação. Questionado sobre o motivo alegou falta de tempo.

Em entrevista concedida ao médico Drauzio Varela, a também médica Maria Angélica Soares, coordenadora do Hemocentro do Hospital São Paulo, falou sobre a doação. “As pessoas precisam entender que devem doar sangue não só atendendo ao apelo de que os estoques estão acabando”, alerta a médica. “É preciso pensar que os estoques têm que estar nos níveis adequados para o primeiro atendimento caso aconteça um imprevisto”.

Além da doação normal do sangue, que deve respeitar um intervalo de 60 dias para os homens e 90 para as mulheres e dura aproximadamente uma hora, um outro processo bem menos conhecido pode ser realizado a cada semana e dura cerca de 90 minutos. Este processo chama-se aférese e consiste na coleta somente das plaquetas. O sangue do doador é recolhido por uma máquina e nela seus componentes são separados. Retiram-se as plaquetas e os outros componentes são devolvidos ao corpo do doador.

Cristiana Noronha é médica cardiologista há três anos, formada pela Faculdade de Medicina de Itajubá em Minas Gerais, trabalha atualmente no Instituto do Coração, em São Paulo e reafirma a importância da doação, principalmente para a área da cardiologia. “A doação é importantíssima para cirurgias cardíacas que normalmente sangram bastante”, diz a médica. “Tais cirurgias geralmente requerem uma razoável reserva de sangue.”

Os já doadores devem incentivar seus amigos e conhecidos a praticar junto a eles um gesto tão bonito de amor à vida. Para quem deseja tornar-se um doador o site da Anvisa (http://www.anvisa.gov.br/sangue/hemoterapia/hemocentros/index.htm) proporciona uma listagem dos Hemocentros Coordenadores de cada região do país.


Por *May*.

sábado, 27 de setembro de 2008

:: Liberdade ou Hibridismo?

Cena do remake do clássico Halloween: homenagem ou pura falta de originalidade?


Marginalizado, o cinema de terror nunca recebeu a atenção merecida por parte da crítica. Com exceção das obras do Expressionismo Alemão e de diretores consagrados em outros gêneros – como Roman Polanski, Stanley Kubrick, Alfred Hitchcock e Steven Spielberg - o horror tem a tendência de ser visto como um gênero menor, com forte apelo comercial e incapaz de atingir um status artístico e reflexivo.

Essa opinião, outrora uma exclusividade dos críticos e intelectuais, atualmente parte dos próprios fãs de terror, o que é de se espantar, visto que estes sempre defenderam os valores do seu gênero favorito de maneira fervorosa e apaixonada. Em termos gerais, o excesso de remakes feitos pelos estúdios norte-americanos e de filmes sem originalidade, além de provocar o desinteresse dos fãs, não tem atraído novos espectadores.

Segundo o crítico de cinema da Folha de S. Paulo, Sérgio Rizzo, o problema nâo é exclusivo das películas de terror. “Em diversos gêneros, o cinema contemporâneo está próximo do esgotamento”, comenta. “É muito difícil que alguém reinvente a roda com idéias revolucionárias”. Essa afirmação justifica a overdose de refilmagens que estão sendo feitas na atualidade: Psicose, O Massacre da Serra Elétrica, Halloween, A Profecia...Há planos, inclusive, de um remake para O Bebê de Rosemary, clássico de Polanski da década de 1960. Pior: hoje em dia, qualquer filme de expressão, mesmo que seja relativamente recente,está sendo refilmado. É o caso de A Bruma Assassina (1980), Baile de Formatura (1980), A Morte Pede Carona (1986), e A Noite das Brincadeiras Mortais (1986), todos filmes menores que foram resgatados e reestilizados.

Felipe Guerra, cineasta amador e crítico do site especializado em horror Boca do Inferno, acredita ser esta uma característica típica do cinema americano, que, como indústria, não quer ter prejuízos e investe em fórmulas que são garantia de boas bilheterias. Quando se fala em ‘cinema de estúdio americano’, se fala naturalmente em lucro”, afirma. “Os estúdios não querem apostas arriscadas, eles querem investir seu dinheiro em produtos que sejam rentáveis, tendências que estejam na moda”.

Para Felipe, a provável fonte de inovações, não apenas referentes ao cinema de horror, mas a todos os gêneros, estaria no cinema independente, no qual os realizadores são totalmente livres para se expressar, fugindo das limitações impostas pelos estúdios, e nos cineastas autorais, que, por já terem reconhecimento, recebem maior liberdade da indústria cinematográfica para realizar seus projetos. “Pode perceber que a maioria dos cineastas de horror consagrados vieram do cinema independente: Tobe Hopper, George Romero, John Carpenter”, exemplifica.

Já Rizzo enxerga a força capaz de causar rebuliço no cinema no hibridismo, junção de vários gêneros em uma única película, dando a ela uma aparência inovadora, criativa. “Um exemplo recente disso é o filme O Labirinto do Fauno, que mistura aspectos de terror com drama político”, explica. Rizzo também cita o brasileiro Ivan Cardoso como um modelo híbrido, cineasta precursor do subgênero Terrir, união de terror com comédia.

Ambos os críticos concordam que o cinema asiático de horror tem sido o maior expoente da atualidade, pois mesmo trabalhando com idéias semelhantes, os cineastas orientais conseguem desenvolvê-las de formas diferentes, criando resultados horripilantes. É o caso de obras como Ringu (O Chamado), Ju-On (O Grito), Shutter (Espíritos – A morte está ao seu lado) e The Eye - A Herança. Todos esses filmes tratam de fantasmas vingativos e, mesmo assim, são bastante diferentes um do outro. Cabe salientar também que a maioria deles é de cunho altoral, com orçamentos pequenos, e apresentam uma tênue linha divisora entre o terror e o drama - ressaltando o hibridismo.


Por
The Man Who Laughs


Foto: Divulgação

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

:: De volta das cinzas!

A família Ever Flame reunida.
Da esquerda para a direita: Devil May Cry, Keitarô, Bob Esponja, Fox, Cobra Caolha, Sephiroth e Grell


Saudações a todos! Antes de mais nada, peço humildemente que leiam o (gigante) parágrafo abaixo:

“Há muito tempo (algumas horas), estava um grupo de aventureiros sem fazer nada na casa do FOX quando surgiu a brilhante idéia de fazer um blog para dividirmos com os outros nossas façanhas e nossas cagadas e pagações de micos que vc jamais imaginaria que um grupo de aventureiros iguapenses em um lugar tão inóspito como a Barra do Ribeira poderia fazer. Trata-se do grupo EVER FLAME e mais alguns acompanhantes de viagem que encontramos na estalagem ESA. Inauguraremos em breve, talvez na festa de Agosto pois estaremos pagando promessa para o senhor Bom Jesus de Iguape. Mas pra vc que já está afobado, lá vai uma canjinha do que vai ter no nosso blog: pra começar, os nomes dos principais aventureiros. O grupo é composto por: KEITARÔ, DEVIL MAY CRY, COBRA CAOLHA, GREEL, FOX, SEPHIROTH e, finalmente, mas não menos importante, ele, diretamente das profundezas do mangue da Barra do Ribeira, The amazing BOB ESPONJA!!!!!!!! Pronto, estamos com preguiça de escrever o resto. Aguarde até a inauguração...”

Cômico, não? Chega a ser vergonhoso um texto de alunos do 1º colegial apresentar tantos erros gramaticais e de sintaxe. E erros crassos, diga-se de passagem. Todavia, isso não tem relevância. O fato é que em 2003, quando a internet foi realmente popularizada no município de Iguape, nós, um grupo de melhores amigos como tantos há por aí, descobrimos um canal gratuito e largamente expositivo onde poderíamos expressar nossa ingênua visão de mundo, destilar nossas experiências juvenis e até mesmo sanar nosso desejo de informar. E foi com esse infame mas bem intencionado post que inauguramos o Everflame, página virtual que viria a ser nossa chance de sair do anonimato condicionado pela “vida de cidade pequena”. O nome do site era uma referência ao grupo de RPG da garotada, que se chamava Chama Eterna.

As primeiras postagens do Everflame basicamente se resumiam a pequenas notas sobre a vida escolar e o cotidiano dessa turma inseparável que sempre tinha boas histórias para contar. Posteriormente, foram incluídas montagens humorísticas e notícias sobre anime e mangá no material do blog. A fórmula aparentemente deu certo, uma vez que, em pouco tempo, a página conquistou não somente a atenção de um bom número de jovens de Iguape e do Vale do Ribeira, mas também a amizade, o respeito e o carinho desse público.

Todavia, o tempo foi passando e aos poucos o espaço que o Everflame tinha em nossos corações (e na nossa agenda) foi sendo ocupado por outros interesses e obrigações. Era a vida adulta chegando e cobrando o seu preço. O trabalho todo acabou ficando sob inteira responsabilidade de Brian “Fox” Carravieri, que, desanimado com a saída dos companheiros, encerrou as atividades do blog no dia 04/09/2005 com um painel de caricaturas virtuais da turma do terceiro ano da Escola Santo Agostinho.

Exatamente três anos se passaram desde o dia em que nosso antigo sonho de infância se extinguiu. Nesse tempo, cada um seguiu seu rumo. David “Keitarô” Aramis mora em Santos e está para terminar o curso de Propaganda e Marketing. Rafael “Devil May Cry” Pereira, após viver uma série de aventuras em Curitiba, segue sua vida em Iguape e hoje luta Jiu Jitsu e faz Administração. Renan “Grell” Penatti cursava Relações Internacionais, mas foi tragado pelo Triângulo das Bermudas, uma vez que ninguém sabe onde ele está. José “Bob Esponja” Augusto tornou-se um grande homem de negócios em São Paulo. André “Cobra Caolha” Bishoff e Brian “Fox” Carravieri estudam Publicidade e moram juntos em uma república, na capital paulista. E por fim, para encerrar esse parágrafo demasiadamente longo, eu, Diego “Sephiroth” Benine, acabei caindo de gaiato na pensão dos dois últimos. Atualmente estudo Jornalismo e trabalho cobrindo jogos de futebol society do Chuteira de Ouro. Para os que me conhecem, por essa vocês não esperavam, não é? Mas, acreditem, está sendo pura diversão.

Parecia que o Everflame estava condenado a ser um mero fragmento do passado. Contudo, a chama voltou a brilhar quando menos se esperava. No início dessa semana, Fox e eu sentimos uma forte nostalgia quando descobrimos por acaso que algumas postagens do antigo blog milagrosamente ainda estavam na rede. Desnecessário dizer que isso encheu nossos corações de vontade e forrou nossos cérebros com idéias. Sim, ladies and gentleman! O Everflame voltou! E com força total!

Fox e Sephiroth, hoje Igp Man e The Man Who Laughs: velha parceria resgatou o Everflame

Entretanto, tudo no blog mudou. A começar pelos integrantes. Como a maioria dos membros antigos se desvinculou do Everflame, Fox, agora Igp Man, e eu, transfigurado como The Man Who Laughs, últimos remanescentes da velha guarda, fomos obrigados a procurar novos colaboradores. Para a nossa sorte, a dupla dinâmica Mayara “May” Martins e Aline “Mab” Rodrigues topou o desafio de trazer para nossos leitores uma novidade a cada semana. Sejam bem vindas, meninas! Será uma honra trabalhar com jornalistas tão competentes. Tenho certeza que isso fará do blog uma mídia mais justa, pois nada como um toque feminino para aliviar o alto índice de testosterona (machismo) presente em nossos artigos.

No referente ao conteúdo, uma palavra irá conduzir nossos princípios e nossa forma de trabalho: liberdade. Isso significa que aqui você encontrará desde sofisticadas resenhas de filmes a comentários esdrúxulos sobre o nosso cotidiano. Porém, diferentemente do antigo Everflame, os textos obedecerão a um rigoroso controle de qualidade gramatical e serão organizados em seções temáticas, as quais definiremos nas próximas postagens.

Sugestões? Críticas? Indagações? Por favor, sintam-se a vontade para comentar nos posts. Entretanto, comentários ofensivos desprovidos de sustentação lógica estarão sujeitos a represálias ou censura. Nosso blog, nossas regras. Comentários anônimos também não serão permitidos. Se nós falaremos com a cara e a coragem, por que você não deve fazer o mesmo?

Sem mais delongas. Nós, da equipe Everflame, esperamos que você, leitor, aprecie a nossa iniciativa e interaja conosco para que, juntos, possamos aprimorar nossos conhecimentos e dar boas risadas. Aproveite agora para dar uma olhadinha na matéria de minha autoria sobre a situação do cinema de horror contemporâneo, publicada originalmente na edição nº60 do Acontece, periódico da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Será que o gênero está fadado a morrer nas mãos dos roteiristas norte-americanos? Não deixe de conferir.

Au revoir!

The Man Who Laughs, em nome da Redação Everflame